AMAZFIT GTS 44MM

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Informações do produto


AMAZFIT GTS 44MM


Lançado em Agosto de 2019, sendo comparado – graças a sua inegável semelhança visual – ao Apple Watch, o Amazfit GTS chegou ao mercado internacional sob a perspectiva de ser o substituto direto do Amazfit Bip, buscando manter a reputação que a primeira geração deixou.

Mas será que o GTS é realmente um substituto à altura? Será que ele é o “matador” de Apple Watch que todos queriam? É isso que você descobre logo a seguir com a nossa análise completa!

Construção e Design

Como citado acima e, provavelmente, em qualquer lugar que você for procurar por mais informações desse aparelho, o GTS é, de fato, muito parecido com o Apple Watch Series 4, não deixando nenhuma sombra de dúvida sobre a clara intenção da Huami, proprietária da Amazfit – subsidiária da Xiaomi, de copiar o design estabelecido pela Maçã.

Mas não leve isso como algo ruim! Para aqueles que gostam do design mais quadrado, seguindo inclusive a linha do Bip, o GTS tem um visual extremamente agradável, disponível em 6 cores, contando com tela AMOLED de 1,65 polegadas, corpo feito em metal cromado com traseira feita em plástico e pulseira de silicone.

E por falar em pulseira, o material da nova geração do relógio é um tanto quanto mais liso e menos denso se comparado ao visto no Bip, o que pode ser a explicação dela ter incomodado um pouco enquanto esteve no pulso após algumas horas de atividade física e muito suor; algo que não acontece com a primeira versão do dispositivo.

Mas se a pulseira pode deixar a desejar, a tela, por outro lado, ultrapassa todas as expectativas. Deixando de lado o LCD transflectivo visto no BIP, adotando o AMOLED – contando inclusive com modo Always On, o display do GTS traz uma exibição bastante agradável, com cores que saltam da tela graças ao grande contraste que faz com o fundo de preto absoluto – característico desse tipo de display.

O modelo ainda mantém o acabamento 2.5D, a proteção Gorilla Glass 3, a resistência a mergulhos de até 50 metros de profundidade e a excelente responsividade ao toque vistos na geração anterior.

Sistema

Se o Amazfit Bip podia não ser encaixado no segmento de relógios inteligentes graças as suas inúmeras limitações, o GTS chega para eliminar grande parte destas. Rodando um sistema proprietário, trazendo a interface simples já conhecida dos usuários da marca, o novo dispositivo da chinesa ainda encara algumas barreiras, como a impossibilidade de baixar apps de terceiros, assim como visto em parte dos smartwatches da Samsung e da Apple.

Colocando isso de lado, tudo funciona de forma bastante fluída e intuitiva – apesar dos menus ainda não estarem disponíveis em português. Basta deslizar o dedo para cima para ter acesso aos menus de atividade física, configurações e outros, para direita ou para esquerda para ter acesso ao contador de passos e ao monitor cardíaco, deslizar para baixo para ter acesso a alguns atalhos e, por fim, apertar o botão lateral para retornar a tela inicial.

Falando nela, a tela inicial – também conhecida como watchface – traz mais uma inegável semelhança com o modelo da Maçã. Em seus desenhos pré-definidos de fábrica, temos um design extremamente parecido, com 6 elementos que podem ser personalizados pelo usuário arranjados no display de forma praticamente igual.

Mas há uma diferença positiva. Ao contrário do que acontece com o modelo da Apple, o design das watchfaces não fica limitado ao fabricante. Contando com uma quantidade significativa de outros designs na galeria do seu aplicativo oficial, é possível ainda importar e usar watchfaces feitas por terceiros, baixando os arquivos necessários através de sites ou importando diretamente através de outros apps.

Amazfit

Assim como acontece em outros dispositivos da marca chinesa – como já falamos por aqui nesse outro comparativo, o GTS é bastante dependente do seu aplicativo, o Amazfit; que nada mais é do que uma versão do MiFit, da Xiaomi, com interface de cores diferentes.

Qualquer tipo de configuração mais complexa, assim como o acompanhamento completo das suas atividades, é feito diretamente através do app, rebaixando o relógio a um simples monitor dos momentos do seu dia capaz de informar as horas e receber as notificações que chegam no seu smartphone.

Mas deixando isso de lado – se é que é possível, o GTS traz uma vantagem significativa em relação ao seu antecessor: os modos de exercício. Quase que triplicando o número de atividades monitoráveis, o relógio permite que o usuário acompanhe de perto, com dados de tempo, estimativa de calorias gastas e batimentos cardíacos, desde uma corrida ao livre até a prática da natação em uma piscina; totalizando 12 modos de exercício diferentes.

No caso dos batimentos, o novo modelo vai um pouco mais além. Apesar de não contar com o ECG visto no Apple Watch, o wearable traz consigo um sensor óptico proprietário da Huami capaz de realizar o monitoramento integral dos batimentos do usuário, identificando arritmias (incluindo fibrilação atrial) e alertando caso a frequência cardíaca ultrapasse, por padrão, 150 bpm.

Porém, no caso das atividades feitas em campo aberto, notamos que o GPS pode demorar alguns poucos minutos para concluir a sua calibração, fazendo com que o usuário possa perder os dados dos primeiros minutos de atividade. No entanto, uma vez sincronizado, tudo corre da melhor maneira possível, sendo possível, inclusive, ver o mapa completo do percurso percorrido através do aplicativo oficial.

Bateria

Logo ao saber que o sucessor do Amazfit Bip contaria com uma tela de AMOLED, abandonando o LCD transflectivo, pensamos que a bateria seria drasticamente afetada. No entanto, tivemos uma grata surpresa.

Apesar da autonomia do relógio ser sim inferior ao da geração passada, o tempo que o wearable ainda é capaz de ficar longe das tomadas é bastante satisfatório; suportando, segundo o fabricante, 14 dias de uso diário mediano e até 46 dias no modo básico de relógio, sem estar conectado via Bluetooth e nem registrando os batimentos cardíacos integralmente, por exemplo.

Em nossos testes, com brilho definido como automático, Bluetooth desconectado em boa parte do tempo, medição ininterrupta de batimentos, tela com modo Always on ligado e as notificações ativadas para alguns aplicativos, a bateria do GTS alcançou a marca dos 26% após 15 dias de uso, dando a entender que alcançaria os 20 dias com alguma tranquilidade. Marca satisfatória se levado em consideração alguns dos principais smartwatches do mercado, com suas baterias de duração de 2 dias.

Fonte: Canaltech

https://www.tudocelular.com/curiosidade/noticias/n150495/amazfit-gts-matador-apple-watch-analise-review.html

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